Teus gemidos eletrônicos se engalfinham
Para tornar mais azuis nossos dias, mas não dá.
Sempre que tentamos buscar influência no meio,
A galera recusa, não quer dar uma força, receio.
Andar na praia sem pecados nem perdões
Todo mundo ouvindo a voz que vêm dos corações
Posso até não comer sobremesa, cardápio
Tudo no lugar; tudo fora da ordem e está.
Mulher, o que fizeste com o corpo que te dei?
Deus é amor, fé e a justiça real do nosso Rei.
Sabe de tudo, de tudo aquilo que eu não sei.
Sabe pregar botões em corações, sabe regar.
Nado na tela do cinema ou no parque de diversão;
Ando entre o verde e o concreto. Litoral e Sertão.
Assuntando o velho segredo do tempo de Seu Nicolau;
Percebi que aqui tudo seco não era assim tão mau.
Oi, como te disse ontem, vim dar uma olhada no seu blog. Achei que as poesias trazem um pouco de melancolia e um bocado de contestação. São fortes. Parabéns.
ResponderExcluirAh, vou citar seu blog lá no meu. Abraço.
Boto de Gatas (Mário)