
Eu te vi pela primeira vez
No portão do edifício
Havia visto na rede
Não sabia nada da cama;
Até que rolou...
Foi tudo mágico e brilhante,
Mas alguma coisa se perdeu.
Não sei se foi a distância
Ou mesmo o meu próprio eu.
Na despedida, eu tento chorar,
Mas não choro há muitos anos;
Aprendi, resiliente, a batalhar...
Sem nem ligar pros desenganos.
A segunda vez foi numa avenida
E você acenava. Em cada lado, um seguia.
Até porque nunca se encontraram de verdade,
Nesta cidade que tem meia dúzia de gente...
"Os ratos, nem sempre pacatos, andam no meio de nós a sorrir". Cristiano Jerônimo. Excerto do livro Confissões de Esperança (1999). #caçaaosratosparasempre
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