
Diante do pote
Na beira do açude
Eles morrem de sede
Porque alguém foi eleito para matar...
Diante da prensa
O caldo corre da testa
Do bóia fria que ficou para contar
As lamúrias de um eleitor sem tento.
Diante do cavalo
A adrenalina percorre o corpo;
Na velocidade do galope
É que se encontra o melhor passo.
Perante o juiz de Direito
Digo que poesia faz medo
Mas que até hoje nunca
Matou, nem feriu alguém...
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