Quem
inventou a vergonha,
Dita desde
o velho mundo
E já viveu
as divergências
O seu
couro então endureceu
Os costumes
diferiram
O amor
humano foi e se perdeu
A tabuada
métrica e o compasso
Das rimas
girantes e tangentes
A vida na
prática, onde nem se vê,
Nos mares,
as ondas mais gigantes
Desafiam o
rapaz e o menino, ora!
Ele nunca
levou desaforo pra casa
Sempre lutou
para ver tudo de novo
Quem sabe
o que tem não se apavora
Foi aí que
disseram que só podia ser
Aquilo que
já eram, e não adiantava.
Perdões ante
a matéria e sua energia
Só geravam
energia com o coração
No âmago
do olhar de amor objetivo
No mais
distante do universo relativo
Nunca
aprendi a pilotar bem o coração.
(Cristiano Jerônimo – 09042026)
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