sábado, 21 de maio de 2022

Futuro incerto



Os homens constroem máquinas

Para substituírem eles mesmos

Até mesmo nas colheitas

Plantam o que não comem

Trabalhadores assim somem

Sem verba para o desemprego

A violência e o genocídio civil

A dificuldade de ter desapego

As plantas fabris da sua vida

Foram vendidas a 200 mil

Não existem brancos e negros

Apenas um leve desespero

Com o futuro incerto do Brasil.

 

(Cristiano Jerônimo – 21052022)

As feras que somos

Ao Boqueirão da Barra O disco acaba, mas o samba segue solto Sempre tem a festa do pessoal do morro Carne assada e sangue no pandeiro ...