quinta-feira, 9 de julho de 2026

DETERGENDE DE MORANGO

 


Não tem mais poema

dois versos se foram

o pasto secou e doeu

o gado malhado morreu

e não foi de sede

 

Mas de natureza,

senhoras e jovens.

 

Homens da zona rural

escutaram à noite

Trovões do fogo do dia

E lá de noite pelo mato.

 

Área mais escura e celeste

Sem a aludida tecnologia

trazendo a bela sensação

de que as muitas pessoas

Que vivem trancadas estão...

 

Numa prisão

chamada consumo

e tela de celular

Na propaganda fatal

 

Ora, coelhinho peludo sem mais 

coisa de gente que bebe ypê

E toma até querosene podre

E tira do povo a nobreza da paz.

 

Imagina detergente de morango

Condensado pela tecnologia Ypê

Porque amor e Brasil, a economia

Não explica o pavor do que se crê.

 

Liberdade!

 

 

 (cristiano jerônimo - 28.05.2026)

 

 

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DETERGENDE DE MORANGO

  Não tem mais poema dois versos se foram o pasto secou e doeu o gado malhado morreu e não foi de sede   Mas de natureza, senhoras e jovens....