Não tem mais poema
dois versos se foram
o pasto secou e doeu
o gado malhado morreu
e não foi de sede
Mas de natureza,
senhoras e jovens.
Homens da zona rural
escutaram à noite
Trovões do fogo do dia
E lá de noite pelo mato.
Área mais escura e celeste
Sem a aludida tecnologia
trazendo a bela sensação
de que as muitas pessoas
Que vivem trancadas estão...
Numa prisão
chamada consumo
e tela de celular
Na propaganda fatal
Ora, coelhinho peludo sem mais
coisa de gente que bebe ypê
E toma até querosene podre
E tira do povo a nobreza da paz.
Imagina detergente de morango
Condensado pela tecnologia Ypê
Porque amor e Brasil, a economia
Não explica o pavor do que se crê.
Liberdade!
(cristiano jerônimo - 28.05.2026)

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