sexta-feira, 10 de julho de 2009

Antologia do Concurso Nacional de Poesia Vozes de Aço, da PoetArt Editora, Volta Redonda (RJ)

Todos os anos o pessoal da Editora PoetArt, Volta Redonda (RJ), imprime uma coletânea com os melhores poemas selecionados no concurso Vozes de Aço, que tem abrangência nacional. Nesta edição de 2009, fui honrado como homenageado no projeto e, com o poema Necessárias, faço a ponte Nordeste-Sudeste de Poesia, á que a maioria esmagadora dos poetas é do Sul-Sudeste.

domingo, 5 de julho de 2009

AGENDA DE LANÇAMENTOS DE CEM POETAS SEM LIVROS

Agende também o lançamento do livro no seu bairro, clube, escola, faculdade, município etc. Vamos interagir com o público.

Sucesso!!!

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Publicitário amigo: “e agora eu sou médico!”


No momento em que “caía” o diploma de Jornalismo, via um favor do Supremo Tribunal Federal (8x1 votos), pensava em qual o tema eu escreveria para o Blog de Custódia, no Sertão do Moxotó de Pernambuco, a 342 km do Recife. Sem lembrar destes absurdos da lei – porque Lei que é Lei não é revogada, mas aperfeiçoada, discutida e debatida com todos os segmentos da sociedade – pensei em escrever aos mais jovens sobre uma carreira de sucesso, objetivo ao qual devemos perseguir a vida inteira. Ligo o som do carro na JC/CBN Recife, uma rádio que só toca notícias 24 horas por dia, no Recife. Ouço os comunicadores, que afirmam não serem formados em Jornalismo, comentarem a notícia do “fim do diploma” e emitir as mais variadas opiniões. Eu já ia dizer aos mais jovens de Custódia, sobretudo aos rapazes, que não ficassem apenas no curso de graduação; que fossem mais além nas especializações e começassem a estagiar na suas áreas o mais cedo possível. O período ideal de estágio contínuo para jornalismo, por exemplo, é de dois anos. O curso tem uma duração de oito semestres, quatro anos.

O que os donos de rádio e televisão do Sudeste, que estão pro trás desta ação, não sabem é que ninguém pode dar talento e paixão para fazer o que não for do seu feitio. Ora, ninguém faz um Ronaldo Fenômeno, um Adriano Imperador, um Zico ou um Pelé por indicação, a não ser Deus através da própria pessoa, com seu conhecimento e seu relacionamento. Sim, porque hoje eu sei o quanto é mais importante se relacionar do que saber ou conhecer na área profissional. Jornalista também é assim: não se faz da noite para o dia, além do mercado jornalístico pernambucano ser pouco tolerante com falhas, devido ao seu alto grau de qualidade e sua referência nacional, que é de destaque no Nordeste. Eu aproveito para abrir também os olhos dos mais velhos.

O fato é que, num país que precisa incluir e regulamentar uma série de profissões, as autoridades judiciárias máximas do Brasil desregulamentaram a profissão de jornalismo, sem nenhuma lei substitutiva para a que foi extinta. Faz medo, daqui a pouco, com todo respeito e reconhecimento aos profissionais que vou citar, protético virar dentista; curandeiro ser médico; despachante fazes as vezes de advogado; um negócio assim. Que faz, faz. Mas a qualidade é indiscutível, entre um profissional que cursou oito períodos de jornalismo, passou por uma banca ao final do bacharelado, estagiou e tem que passar no rígido crivo do mercado jornalístico, e o que se autodenominar jornalista a partir de agora. Hoje pela manhã um amigo gaiato disse a mim que agora, com a novidade, era jornalista. De imediato, um publicitário amigo sobressaiu-se: “e eu sou médico!”.

Gente, paciência, dizer que qualquer um pode ser jornalista porque todo mundo tem direito à liberdade de expressão. Todo mundo tem direito de propagar a idéia que quiser, mas não significa poder ser professor. Qualquer um tem o direito de cuidar da saúde, mas não de exercer a medicina. Cuidar da própria opinião é uma coisa. Cuidar da opinião do coletivo social é uma tarefa muito árdua, séria, isenta, científica, tênue, delicada. Confundir a liberdade de expressão com a permissividade do mercado jornalístico em contratar qualquer um que queira dizer qualquer coisa que quiser é um absurdo equívoco. Nos jornais e revistas já existem colunas, artigos, cartas e um trabalho de isenção e profissionalismo que reporta bem próximo do que o povo quer. Têm espaços abertos para quem não é jornalista.

Ontem, assisti a três bancas examinadoras de projetos experimentais impressos de conclusão do curso de jornalismo da Universidade Católica de Pernambuco (Unicap). Fiquei com pena dos avaliados (futuros jornalistas) antes de começar, por conta dos julgadores. Não porque eram carrascos. Muito pelo contrário. Eram três dóceis pessoas, porém exigentes profissionais de jornalismo impresso: Paula Losada, editora de Primeira Página (capa) do Diario de Pernambuco e assessora de Imprensa da Unicap; Diana Moura Barbosa, atual editora assistente do Caderno C (Jornal do Commercio), foi assessora de Imprensa de Ariano Suassuna; e Álvaro Filho, ex-editor de Esportes da Folha de Pernambuco e professor de redação da Unicap, com mestrado em Londres. A gente vê que no oitavo período, muitas vezes, o profissional ainda não está lapidado. Mas a gente vê quem tem jeito para a coisa, até porque a lapidação é eterna, diária. Um jornalista é fundamentalmente a união do processo teórico-prático laboratorial da universidade acrescida do período de estágio e evolução profissional. A nossa classe precisa criar o nosso Conselho Nacional de Jornalismo e levar a discussão para a sociedade. Os ministros que me perdoem, mas a sociedade precisa de uma Imprensa livre e atuante, com profissionalismo e formação acadêmica.

Cristiano Jerônimo
Jornalista e poeta, coordenador do Movimento Litera PE
Secretário de Comunicação Social de Camaragibe
Diretor de Imprensa da UBE-PE

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Nosso encontro


Jair Martins


Tudo estava preparado.
Nas campinas, a relva deixava no manuscrito do verde
a serenidade de um aconchego.
No vento, mensageiro do perfume doce do terno dia,
o futuro do envolvimento das nossas vidas.
E o relógio do tempo obediente as badaladas do destino
já marcara o nosso encontro nas encruzilhadas da vida,
tendo como bússola o coração.
Era chegada a hora ideal das nossas vidas cruzarem-se.
No ponteiro maior que corre os minutos e os segundos,
contava a nossa emoção.
No ponteiro menor, superior e impoluto do inteiro,
estava prescrito o certo da nossa paixão.
Qual som de sinos a tinir, nosso encontro aconteceu
soando um despertar de aurora
cintilante amor que renasce
como antídoto ao abrolhos cortizantes
rebentados no coração abandonado.
E neste ajuntamento
que o tempo prescreveu à hora marcada,
nos encontramos.
Agora, corre a carretilha do relógio tempo,
dando todo o tempo, ao tempo do nosso amor.
Antes de haver mundo, nasci para ti.....
EU apenas, tornei a achar-te.

(Dedicado aos queridos Meri Rezende e Cristiano Jerônimo Rezende)

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Grandioso lançamento dos Cem poetas Sem livros no IMC, qui0907, às 19h


O recital da antológica coletânea de autores estreantes de Pernambuco promete juntar muita poesia.

No Instituto Maximiano Campos (IMC), na rua do Chacon, 335, é uma rua entre o CPOR e a Praça de Casa Forte:

* Entra no sentido contrário (esquerdo) para quem vai no sentido cidade-subúrbio
* Entra no mesmo sentido (direito) para quem vai no sentido subúrbio-cidade.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

MAXIMIANO CAMPOS, DOMADOR DE SONHOS




Inconformados os artistas constroem suas imagens particulares da realidade. Contam histórias, cidades, homens, guerras, amores. Tarefa árdua de guerreiros, apaixonados. Palavra, tinta, carvão,sangue, luz, não importa o meio. Gabriel, Cervantes, Picasso, Homero, Joyce, Calvino, Lewis Carol, Fellini, imaginosos, deixaram Macondo, Quixotes, Guernicas, Alices.

Maximiano escolheu a palavra. Contou a dor do engenho de fogo morto, o retrato do seu avô na sala abandonada, a prima, o rio, a solidão. Contou o azul, o amarelo, o verde da cana. Contou as histórias sem fim da mata de Pernambuco, berço de vidas, experiências e sonhos particulares. Seu lugar de façanhas.

Contar é façanha de guerreiro, de artista apaixonado. Sua obra conta o que sonhou e viveu. Foi um domador de sonhos.

Fugindo da realidade cruel que o incomodava, Maximiano criou um mundo de sonhos, de onde tirava suas poesias, seus romances. Nos sonhos concretizados em suas obras ele domava a tirania, a fome, o desamor, a injustiça, a solidão. E amava, e vingava os injustiçados pelas mãos de um Antônio Braúna ou, num acesso de tristeza e solidão à procura de quem o escutasse, clamava como no conto “O Leitor”:

“Sou um domador de sonhos. Sou o guardião de uma loucura mansa, um profeta sem seguidores. Sou um revoltado contra as ditaduras que cultivam a tortura e que afogam todas as liberdades do mundo. Sou livre porque não temo arriscar a vida. Sou um palhaço que zomba das próprias desventuras. Sou herói de todas as guerras, e há muito que me sinto incapacitado para a paz que não conquistei. Sou um contemporâneo, um contemporâneo de todos vocês, um contemporâneo de um tempo difícil que serve de pasto para servidões, que só serão vencidas com o poder do sonho, lutando gritando alto que a liberdade que temos em nós é maior do que qualquer aparato de força dos tiranos. Sou um rebelado”.

O sonho é uma presença constante na obra de Maximiano que, entre a dimensão concreta e a onírica buscou o sentido da vida, buscou a sua verdade. Dava vida aos sonhos. Havia nele um estado fronteiriço entre a crueza da injustiça social e os seus sonhos quixotescos de domador/libertador que o levaram a produzir a riqueza literária que nos deixou como herança. Escritor autêntico, livre, destacou-se pela coragem com que defendia a liberdade, e sua obra, embora essencialmente nordestina, tem dimensões universais. Foi Sem Lei Nem Rei.

Ao completar sete anos, nesse mês de junho, o Instituto Maximiano Campos inaugura uma nova etapa em sua existência com diversas atividades sendo realizadas, dentre elas, a inauguração de um Memorial sobre o escritor e o lançamento do Prêmio Maximiano Campos Ano V.




Antônio Campos

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Tratado psicosocial ecumenicamente cristão

Quadro de Lula Côrtes, aquarela sobre papel canson, 0,7 metro X 1 metro, criado para a capa do livro Redenção de Poeta, editado e lançado em 2008 por Cristiano Jerônimo.

No silêncio ensurdecedor da nossa consciência,
Descobrimos a voz que vem do lado mais alto.
Querendo nos mostrar o caminho mais correto,
Apesar do homem já vir com algo que angustia.

Se oprime e não há coisas que possam amenizar,
Os nossos conflitos com nós mesmo, com o Criador,
Também com os nossos semelhantes e o meio,
Nos deixam muitas vezes infelizes e alheios.

Deus fez as coisas para serem usadas
E as pessoas para serem amadas.
Mas nós amamos muito mais as coisas
E usamos cada vez mais as pessoas.

Contradições entre o que deveria ser feito
E o que realmente, na prática, a gente faz.
Amar ao próximo é muito importante, mas
Existem mais coisas entre nós e os céus.

Não vamos manter o mundo com curto pavio,
Enquanto os seres humanos vivem perturbados.
A internet é um veículo de comunicação moderno
Que aproxima pessoas distantes e afasta pessoas
Próximas do quarto ou da sala, ao nosso lado.

Há um buraco em nosso peito que é único,
E exclusivo para ser preenchido pela alma,
No qual coisas nem ações podem completar
E pelo qual pagamos o preço da nossa liberdade.

Desde a Mesopotâmia de Ur e dos Caldeus,
Existe uma beleza para cada coisa da vida.
De Abrão e Sara, nasceu uma grande nação,
De Ismael, os nossos mouros mulçumanos.
De Isac, o sangue que não foi derramado em vão.
Até que o Divino se fez humano e aqui chegou.

O povo de Deus reunido em qualquer lugar,
Sem igrejas de conflitos com o nosso Criador.
A igreja é santa e, ao mesmo tempo, pecadora,
Porque nos mistura com o que há de Divino.

Nós não somos pecadores porque pecamos,
Mas pecamos porque somos todos pecadores.
Não adianta ser fiel à nossa própria doutrina
Em detrimento do amor maior ao nosso Deus.

Para quem tem fé, ama e também perdoa,
É preciso uma dinâmica não estática e ágil.
No físico, emocional e mesmo no espiritual.
Um relacionamento com conhecimento.

Jesus não veio para os santos da igreja,
Mas para a própria escória da sociedade.
E a espiritualidade sadia produz frutos,
Como aceitar ao contrário com tolerância.

Jesus, em sua passagem, não criticou ninguém,
A não ser os doutores da lei, grandes religiosos;
Fariseus com alma de víboras, sepulcros caiados.
Enquanto a verdade só é dita para quem a vive.

Na hora, todo o pecado é, por hora, gostoso.
A tentação em nossa vida é mais que normal,
Mas cair nas armadilhas é uma falta espiritual.
Quem não controla as emoções são os bichos.
E a forma de não cair é estar perto de Deus.
Nas fotos da Caras todo mundo ri por fora
E por dentro, muitas vezes, para e chora.

Mas a fidelidade de Deus não depende da nossa;
Quão bom é o que muitos chamam de destino...
A sinceridade com nós mesmos é o mínimo,
Porque a vida nos julga pela nossa mente e ação.

Casamento perfeito é aquele capaz de autocura,
E só somos felizes de verdade com a diferença.
Mas aquele que encobre as suas imperfeições
Nunca irá crescer ante os olhos puros do Universo.

Somente aquele que se vê sujo pode ser lavado,
Somente aquele que acolhe poderá ser perdoado.
Se quiser ser feliz por um dia, pode vingar-se.
Mas, se quiser sorrir para sempre, perdoe.

Precisamos de ação e não de lugares sagrados.
O jeito como nos conduzimos representa muito mais.
Não seremos mais coniventes com essa sociedade,
Cada um tem a sua forma de mudar este mundo.

Tudo o que é grande nasce muito pequeno.
No entanto, precisamos crescer muito mais.
Temos um buraco que só o divino preenche.
Ambiguidades geram dramas, nada mais...

Conscientes das faltas nas aulas da vida,
Iniciamos nosso processo de transformação.
Desobedientes às regras da nossa vida,
Só poderemos avaliar o descaminho no fim.

E a vida nos dá, divinamente, novo recomeço
Para iniciarmos a nossa nova transmutação.
Mas, cuidado, cada concessão aproxima o abismo.
E o arrependimento é a mudança fiel a salvação.

Cada um de nós influencia nosso próprio ambiente.
Podemos ser agentes dos dois lados da moeda.
Salvadores, multiplicadores da palavra e da ação;
Indutores do próprio processo de modificação.

Mas ainda é preciso uma ética maior que a ética,
Um compromisso com o que nos torna eternos.
Uma verdade invariável além do céu e da terra,
Como a expansão inexorável da matéria viva.

A salvação é uma ficha que não para de cair nunca.
Mesmo num mundo de comunhão e amor mútuo,
A cruel intransigência e a desagregadora mentira
Fazem com que os opressores pisem nos oprimidos.

Vamos continuar juntos nossa longa caminhada,
Pois, com a graça que vem da própria graça,
Com força e com a nossa manga arregaçada,
Vamos todos juntos semear a paz e o bem.

sexta-feira, 1 de maio de 2009

1977 (a praça)



Sete vezes sete
Pecados e perdões
trinta e um anos
Longe dos sertões.

Olho a praça e acho graça
E o povo vem e passa,
Recordando as imagens
Da minha tenra idade.

Já não moro na cidade
Nem cultivo no campo.
Sou um homem global
Com as raízes da rural
E do jipe do meu pai.

Agora venho e passo
Como a vida fosse praça;
A cidade onde chorei,
Nasci, vivi e emigrei


Não me lembra a desgraça!

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Fragmentos de um desejo*


“Ninguém me dá a chave pra a abrir a porta certa;
Mas a porta errada eu encontro sempre aberta”.
Cabe a mim querer ou não entrar...
“Nada era como eu imaginava;
Nem as pessoas que eu tanto amava”.
Só eu pra perdoar...
“Você esperando respostas, olhando pro espaço;
E eu tão ocupado vivendo. Eu não me pergunto. Eu faço!”
Posso muito me decidir...
“Mas é sempre mais fácil achar que a culpa é do outro:
Evita o aperto de mão de um possível aliado.
Convence as paredes do quarto e dorme tranquilo,
Sabendo, no fundo do peito, que não era nada daquilo”.
Dividamos então, juntos, nossos ônus e bônus...
“Madeira de dar em doido vai descer até quebrar:
É a volta do cipó de aroeira no lombo de quem mandou dar”,
Justiça na terra como no céu...
“Quando as estrelas começarem a cair,
Me diz, me diz, pra onde a gente vai fugir?”
Perigo é estar vivo. O pior não é nada!
“Viver é como andar de bicicleta:
Se parar de pedalar você cai...”.
Pra quem sabe olhar para trás,
nenhuma rua é sem saídas.
Calma, você vencerá!!!


* A maioria dos versos são excertos de letras de compositores brasileiros, devidamente aspeados.

terça-feira, 24 de março de 2009

Renato, o mundo é uma comédia!


Renato,
A humanidade,
Realmente,
Ainda tem chances.
E o mundo
Não é esse desastre
Que aí está...
Ainda existe alguém
Com quem conversar;
Alguém que, depois,
Não use o que dissemos
Para nos prejudicar.
Renato,
Se o mundo é uma tragédia
Para os sentimentais,
É uma comédia
Para os intelectuais.
Não esqueça,
Onde estás...

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Mudanças no mar do infinito


"Nós devemos ser
A mudança
Que queremos ver".
Fazer o que da boca
Sai e profetiza
Porque só se eterniza
O que da alma vai
Navegar no infinito.
Nós devemos ver
A mudança
Que queremos ser.

Por nada!

Mastigando terra Comendo a poeira Motocicletas roncando Napoleão lá guerriano Fuligens no asfaltos Na fenda do asfalto Nascem plantas florid...