segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

SONETO DE MIM MESMO


Porque sou poeta e amo a excentricidade
De umas coisas que a outros não convém
Ando sempre a correr da hostilidade
Dos mil cretinos que esta cidade tem.

Já as mulheres, que pena,
Muitas detestam-me também.
É que eu dou carinho
Mas, na verdade, não enfeito
O pandeiro de ninguém.

Decerto que não sou nenhum portento,
Mas sei que tenho um pouco de talento
E louvo a Deus que altivo assim me fez.

Vós se me odiais por minhas mil venetas
Deixai-me em paz com as minhas costeletas,
Meu bigodinho e meu cachimbo inglês...

domingo, 31 de julho de 2011

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Uma nova canção


Se seu céu está caindo
Use pipa imaginação...
Se seu sol está sozinho
Agite toda a agitação...

“O seu beijo é tão fatal
Mas nada lhe assusta
Pois existe um fim
Para o sangue derramado”.

Todas as tochas da paz

Vamos Que a cadeia Não é lugar Pra gente não!... Mas tem uns homens Que roubam a gente E vivem contentes Com seus poder...