sexta-feira, 17 de fevereiro de 2023

Elo perdido

Vivas as cores Que há nas flores Nas janelas No jasmim Lá nos jardins. Percorras Em teu corpo O amargo Do doce Tom marrom De cacau. A pele de cobra Brilhante Sapato tão alto Não é démodé Se não tem Algo melhor para falar. Chinela velha Do destino Está marcada Desde que eu Era menino No rastro escuro Do mestre Virgulino. Vou, nem que seja Engatinhando, eu vou O que for preciso Para estar contigo E ter alegria para viver O nosso Grande amor. Afinidade E sintonia; Atração fluídica Emociomolecular Autonomia Nas alas perdidas Dos hospitais. (Cristiano Jerônimo - 17022023)

MCMLXIV - ANISTIA NUNCA MAIS

A aridez das esquinas do povo Esse olhar velho que é novo Ninguém consegue explicar A doçura no rosto dos loucos Com essa insensat...