Os dias são tão diferentes
O mesmo
que água de rio
Como na
batalha, o desafio
As gregas
e troianas mentes
Antes do
Império Romano
Guerras só
mudaram de data
A terra
sendo sempre uma só
Com os
mesmos sentimentos
Pobres; e outros
mais nobres
Alexandria,
Macedônia, o céu
Os mouros
e bárbaros ibéricos
Minha descendência
vai buscar
No coração
do Brasil sérico
Fato que
eu estou tão vivo
Que não
pratico as quimeras
Mas uso-as
para elevar a mente
Mais vale
plantar uma semente
Do que desenraizar
uma árvore
Preste
atenção nos olhos d’água
Na secura
da floresta viva e mãe
Prestando
a tudo que se propõe
A única
coisa sem ser da floresta
É aquilo
que os loucos vendem
Excesso de
monóxido de carbono
O pior é
que eles não entendem
É preciso
uma roda de comunhão
Para a
natureza ser passada
De mão em
mão.............................
(Cristiano Jerônimo Valeriano – 15/10/2024)