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segunda-feira, 19 de março de 2012

IX, X e XI Concurso Nacional PoeArt de Literatura – 2012


Inscrições de 10 DE FEVEREIRO A 30 DE MARÇO de 2012
(Preferencialmente pela INTERNET ou pelos Correios)


A PoeArt Editora institui pela primeira vez três concursos em um só regulamento: IX, X e XI Concurso Nacional PoeArt de Literatura – 2012 (depois do sucesso dos primeiros, que resultaram nas Antologias Poéticas de Diversos Autores, Vozes de Aço, do volume I ao volume X e das Coletâneas Século XXI, volumes I, II e III ), para premiar autores de ambos os sexos, maiores de dezoito anos, amadores ou profissionais, somente residentes no país, na categoria: Poesia, em língua portuguesa, tendo como objetivo principal a descoberta de novos autores e o intercâmbio cultural entre os participantes.

Inscrições: Será cobrada uma taxa de inscrição no valor de R$ 15,00 (quinze reais), podendo inscrever no mínimo três poesias e no máximo até nove poesias por meio de depósito bancário em favor de Jean Carlos da Silva Gomes, Caixa Econômica Federal (Lotéricas)Agência: 0197 – Operação: 013 Conta poupança: 00023654 – 8. Em caso de DOC. CPF 081.601.567-82

Ao efetuar a sua inscrição, o autor estará concordando com as regras do Concurso, e, se selecionado, autorizando a publicação dos trabalhos no livros Vozes de Aço – XI, XII e XII Antologia Poética de Diversos Autores – 2012. Em caso de cópia indevida e demais crimes previstos na Lei do Direito Autoral, será responsabilizado judicialmente.

Tema e Apresentação:
- O tema é livre.
- Cada autor poderá inscrever de três a nove poesias (versos livres ou poema com forma fixa), cada uma em uma página, inéditas ou não, máximo de até 30 versos cada – as que se excederem serão desclassificadas -, fonte Times New Roman, corpo 12, digitadas somente em um dos lados da folha, onde deverá constar o título de cada poesia. Não é necessário pseudônimo. Se for enviar pelos correios:
- Uma via de cada trabalho, no mesmo envelope, mais um CD com as poesias gravadas e uma foto de perfil recente em alta resolução.
- Em anexo um envelope menor, lacrado, sem qualquer identificação do lado de fora, contendo:
- Nome completo, nº do RG, nome do concurso, títulos dos trabalhos, endereço completo, dados biográficos
(no máximo dez linhas), telefone e e-mail.

- As obras que chegarem sem esses dados não serão consideradas inscritas.
- Todos os trabalhos enviados (selecionados ou não) serão incinerados, após a divulgação do resultado.

Forma de Inscrição:

As obras deverão ser enviadas (preferencialmente pela INTERNET para: poearteditora@gmail.com) ou pelos correios, juntamente com o comprovante original do depósito, para: PoeArt Editora: Caixa Postal: 83967 – Cep: 27255-970 – Volta Redonda – RJ.

Premiação:

Os cinco melhores poemas de cada um dos concursos serão publicados sem qualquer ônus nos livros Vozes de Aço – XI, XII e XIII Antologia Poética de Diversos Autores – 2012, e cada um dos cinco autores de cada concurso premiados receberão 3 exemplares da obra pelos direitos autorais, diploma e sua foto no livro.

A partir do 6º trabalho selecionado, os autores serão convidados a participar do livro pelo sistema de cooperativismo.

APOIADORES CULTURAIS: Grêmio Barramansense de Letras, Academias de História e Letras de BM, TEATRO GACEMSS, A imprensa principalmente a escrita, Vitor Contabilidade, Gráfica Drumond, Deputado Federal Zoinho, Colégio Garra Vestibulares, Câmara Municipal de Volta Redonda, DENTRE OUTROS...

Jean Carlos Gomes / Organizador e Editor Contatos: 24 - 9993-0615 | 33389883 – SOMENTE à Noite

E-mail: poearteditora@gmail.com http://poearteditora.blogspot.com

sexta-feira, 9 de março de 2012

Paulo Salles Cavalcanti lança "Pérolas do Ocaso"


Lançamento dia 30.03.2012
No Memorial de Medicina de Pernambuco
Rua Amaury de Medeiros, nº 206, Derby, Recife.

sábado, 21 de janeiro de 2012

Besteira


Tu me tragas
Que eu te fumo.
Tu relaxas
E eu vou fundo.

Tu me mordes
Eu uivo bem alto.
Das barreiras
Eu dou mais um passo.

Se quiseres vida
Terás ela inteira
E não partida
Só por besteira.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Como aprender


Teus gemidos eletrônicos se engalfinham
Para tornar mais azuis nossos dias, mas não dá.
Sempre que tentamos buscar influência no meio,
A galera recusa, não quer dar uma força, receio.

Andar na praia sem pecados nem perdões
Todo mundo ouvindo a voz que vêm dos corações
Posso até não comer sobremesa, cardápio
Tudo no lugar; tudo fora da ordem e está.

Mulher, o que fizeste com o corpo que te dei?
Deus é amor, fé e a justiça real do nosso Rei.
Sabe de tudo, de tudo aquilo que eu não sei.
Sabe pregar botões em corações, sabe regar.

Nado na tela do cinema ou no parque de diversão;
Ando entre o verde e o concreto. Litoral e Sertão.
Assuntando o velho segredo do tempo de Seu Nicolau;
Percebi que aqui tudo seco não era assim tão mau.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Avô Materno


Minha avó Maria Marina de Rezende

Ao meu superavô Odilon Jerônimo de Oliveira Lopes (in memorian)

Sol e chuva, vento e ar.
Na peleja da viola onde está,
Geme em arrepios de devaneios.
Sem aperreios, tudo melhor.

Não tenho conselhos a ar
Mas sou aberto a novos conceitos.
Mas também não consigo trair
Tudo aquilo que existe em meu peito.

Em janeiro eu vou me embora de vez
Uma cabana na chapada da serra
E as plantações e o gado embaixo
Bodes cabritos, touros e rês...

Pois já dizia meu avô materno:
- Quem tem o mel, dá o mel.
- Quem tem o fel, dá o fel.
- E quem nada tem, nada dá.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Perante


Diante do pote
Na beira do açude
Eles morrem de sede
Porque alguém foi eleito para matar...

Diante da prensa
O caldo corre da testa
Do bóia fria que ficou para contar
As lamúrias de um eleitor sem tento.

Diante do cavalo
A adrenalina percorre o corpo;
Na velocidade do galope
É que se encontra o melhor passo.

Perante o juiz de Direito
Digo que poesia faz medo
Mas que até hoje nunca
Matou, nem feriu alguém...

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Crônica de uma vida moderna


Eu te vi pela primeira vez
No portão do edifício
Havia visto na rede
Não sabia nada da cama;
Até que rolou...

Foi tudo mágico e brilhante,
Mas alguma coisa se perdeu.
Não sei se foi a distância
Ou mesmo o meu próprio eu.

Na despedida, eu tento chorar,
Mas não choro há muitos anos;
Aprendi, resiliente, a batalhar...
Sem nem ligar pros desenganos.

A segunda vez foi numa avenida
E você acenava. Em cada lado, um seguia.
Até porque nunca se encontraram de verdade,
Nesta cidade que tem meia dúzia de gente...