sexta-feira, 27 de dezembro de 2019

PAPAI NOEL SANGRENTO


Sangue é o vermelho do Papai Noel
Que neva em contramão aos desertos
Da palestina e seus grandes desafetos
Templos dizem que levam para o céu.

Pastores hermafroditas e mercenários
Tomam casas e migalhas dos fiéis
São, na verdade, tão toscos e cruéis,
Com religiões se portando ao contrário.

Os paradigmas das neves lá de Israel
Onde Jesus nasceu e não havia trenó
Havia peso na garganta como um nó
Por um grito de libertação do mal cruel.

Sem oferecer meu pranto, sou força.
Simplesmente não faço estas questões
Embora queiram me ver numa forca
Eu mando um beijo nos seus corações.


(Cristiano Jerônimo – 27.12.2019)

MCMLXIV - ANISTIA NUNCA MAIS

A aridez das esquinas do povo Esse olhar velho que é novo Ninguém consegue explicar A doçura no rosto dos loucos Com essa insensat...