
Norma levava uma vida sem regras
Media o tamanho da vida na régua
Achava legal uma vida sem normas
Buscava prazer de todas as formas.
Brincava de fazer o outro mais feliz
E carregava no peito a dor de aprendiz
Enquanto o mundo sinalizava virtude
Norma nunca desaprendia a ser rude.
Até que a vida lhe deu uma rasteira
E Norma, coitada, ficou de bobeira;
Para ter um aprender compulsório
Sabia no fundo que nada era ilusório.
Ela sabia ia aprender tudo de novo
Sentiu-se um pinto saindo do ovo
E a beleza da vida lhe pode ensinar:
As coisas, às vezes, têm que ser devagar.
Media o tamanho da vida na régua
Achava legal uma vida sem normas
Buscava prazer de todas as formas.
Brincava de fazer o outro mais feliz
E carregava no peito a dor de aprendiz
Enquanto o mundo sinalizava virtude
Norma nunca desaprendia a ser rude.
Até que a vida lhe deu uma rasteira
E Norma, coitada, ficou de bobeira;
Para ter um aprender compulsório
Sabia no fundo que nada era ilusório.
Ela sabia ia aprender tudo de novo
Sentiu-se um pinto saindo do ovo
E a beleza da vida lhe pode ensinar:
As coisas, às vezes, têm que ser devagar.