sábado, 22 de outubro de 2016

Julgar ficou para Deus


Detalha este enredo
Em ilusórias emoções
Fruto de puras ilusões;
Donde nasce a covardia.

Do egoísmo,
Não reclame
A solidão.
Aquele chiclete
Acabou seu doce.
Virou borracha.

E o açúcar não havia mais;
Numa luta de ódio e amor
Desestabilidade e dor.
De orgulho e de máscaras.

A tua máscara cheira
Ao disfarce, à loucura,
Desespero. Quem és tu,
Para me apontar o dedo?

Julgar ficou para Deus!
Somente.


"E não julgueis
para que não sejais
duramente julgado".




Cristiano Jerônimo (21.10.2016)

domingo, 16 de outubro de 2016

Humanismo

Eu não sou mais
quem eu era
E continuo eu
A viver entre as feras
Como Prometeu.

Humanismo livre
Eu continuo eu
Subindo declives
Buscando o que é meu.

Não há antes,
Presente do futuro.
Pulo logo o muro
E vou adiante.

Nada adianta
Passado o susto,
Tentar relembrar
Que não foi justo.




(Cristiano Jerônimo)

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