quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Portas e Cancelas


Nos meridianos do teu corpo,
No semblante de menina,
A tua pele agita meu sangue.
E nada disso é muito pouco,
Se olhas para o lado na esquina
Livra-tes das antenas deste povo!

E caies em mim como água
No rio em correnteza ao oceano.
Por gravidade, se apaga
E se acende sem engano,
Dia e noite se acabam
E as semanas viram anos...

Neste teu olhar cintilante,
Brilham confetes para mim.
Na energia da magia delirante,
Rosa e verde no jardim
São as cores do coração
E os tons essenciais da emoção.

Te resguardas quando dormes,
Para o dia amar teu brilho,
Felicidades e paixões enormes
Para andar sempre nos trilhos.
Cabeça arejada nas janelas,
Abrindo as portas e as cancelas...

Se alternam

Cataclismos, seca e procelas Água que não brota da serra Bicho que não bebe e morre, Até a onça vai comer os bodes. Noutra...