
Minha avó Maria Marina de Rezende
Ao meu superavô Odilon Jerônimo de Oliveira Lopes (in memorian)
Sol e chuva, vento e ar.
Na peleja da viola onde está,
Geme em arrepios de devaneios.
Sem aperreios, tudo melhor.
Não tenho conselhos a ar
Mas sou aberto a novos conceitos.
Mas também não consigo trair
Tudo aquilo que existe em meu peito.
Em janeiro eu vou me embora de vez
Uma cabana na chapada da serra
E as plantações e o gado embaixo
Bodes cabritos, touros e rês...
Pois já dizia meu avô materno:
- Quem tem o mel, dá o mel.
- Quem tem o fel, dá o fel.
- E quem nada tem, nada dá.
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