domingo, 7 de agosto de 2016

Jubilo e tormenta


Pigmentos de uma era sísmica
Tudo abala a estruturação
Eu busco mesmo nesta vida
A minha contradição...

Não quero fama nem glamour;
Quero transpassar o que é dor.
Mergulhar no início e no fim
Do Todo que reside no jardim.

Tormentas de um lado; jubilo do outro.
Passeando na força do livre arbítrio,
Nada há de se ter sem calma o retorno;
Do muito que fizemos e deixamos de fazer.

Uma tela em branco e meus jogos de tinta,
Recebi após o meu parto, com os pincéis.
E iniciei meu quadro da vida, pictórica,
Porque viver é como aprender a pintar.




Cristiano Jerônimo (07.08.2016)

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Um cangaço de afeto

Sede na subida da serra, Água de cabaça pra beber. E a capemba do caldeirão Vem do pé de coco catolé. Esses brejos de altitud...