terça-feira, 28 de março de 2017

Tempo, tempo, tempo...


O teu belo de saber...
Combustível pra viver
Do que aprendi de bom;
De ter prazer só em estar.

Teus lábios molhados...
São pontinhas de língua
Que passam e contam papel,
Em branco, para escrever
e pintar.

Teus olhos são verdes
Do florescer do mel.
Na varanda, uma rede.
E tantas serras..., serras...

Os teus mistérios e lendas
São tuas histórias, e até mais.
Fundamental a nossa loucura
E o tempo, tempo, tempo, tempo...

(Cristiano Jerônimo - 28.03.2017)

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